Entrevista

Parceria sustentável

A atuação do setor empresarial para conter impactos ambientais e no combate às mudanças climáticas é fundamental. Elas são atores de peso, com grande influência sobre outras esferas da sociedade, contribuindo diretamente para a sustentabilidade e na busca por um futuro mais eficiente e renovável energeticamente. Em entrevista à BIOMAIS, Marina Grossi, economista e presidente do Cebds (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), reflete sobre o papel do setor e como a união das empresas aos governos,é essencial para o desenvolvimento do país.

Como surgiu o Conselho de Líderes do Cebds?

Sempre tínhamos encontros informais entre CEOs. E antes da última campanha eleitoral, pensamos que com as propostas que tínhamos, precisávamos levá-las aos candidatos da época. Decidimos que tínhamos que colocar alguns critérios para os políticos para podermos conversar com a sociedade, decidir quais eram as propostas que poderiam ser replicadas, que tinham aderência na sociedade e que contribuíam para a sustentabilidade e levassem maior competitividade ao país. Com base nesses três critérios, conversamos e chegamos a 22 propostas. O objetivo era que o setor empresarial conseguisse dialogar com a alta liderança do setor governamental, de forma pontual e efetiva.

O que ele pretende?

Acreditamos que o desafio que temos pela frente, sobretudo a questão da sustentabilidade, não pode ser pensada apenas através das empresas, tampouco só com o governo ou até mesmo só pela sociedade. Todos precisam estar em sinergia. Nossa pretensão é ter um plano de trabalho, executá-lo, expor quais são os custos e mostrar porque aquilo precisa ser feito; algo completamente exequível, como funciona dentro de uma empresa. Não são propostas genéricas, é realmente necessário construir uma nova agenda para o Brasil.

No ano 2016 ratificaram-se grandes acordos inerentes à sustentabilidade. Como pretendem atuar neste momento tão específico?

Para você implementá-los, para ter grandes projetos, precisa primeiramente enxergar, ao lado do governo, quais são as barreiras legais e o que ele pode fazer para colocá-los em prática. Nossa parte é mostrar o custo disso, quais os ganhos e como tirar projetos do papel.

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2 Comentários

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